Os Presidentes de Junta de Freguesia são, por força da lei, agentes de proteção civil, com responsabilidades diretas na prevenção, preparação, resposta e recuperação face a acidentes graves e catástrofes. Este módulo visa reforçar a consciência do papel legal e operacional das Juntas de Freguesia no Sistema Nacional de Proteção Civil, promovendo a articulação com os Serviços Municipais de Proteção Civil (SMPC) e demais entidades do Sistema Integrado de Operações de Proteção e Socorro (SIOPS).
Módulo XI - O Presidente de Junta de Freguesia como Agente de Proteção Civil (2ª Edição)
A Proteção Civil constitui uma das vertentes essenciais da ação pública local, inserindo-se no quadro das competências próprias dos municípios e assumindo-se como domínio estratégico da governação local. A salvaguarda da vida humana, a proteção do ambiente, a preservação do património e a reposição da normalidade das condições de vida das populações são responsabilidades que implicam uma atuação articulada e eficaz por parte das autarquias locais. No âmbito do Sistema Nacional de Proteção Civil, o Presidente da Câmara Municipal é legalmente investido na qualidade de Autoridade Municipal de Proteção Civil, competindo-lhe assegurar a direção, coordenação e execução das ações de prevenção, socorro e reabilitação no território do município. O desempenho destas atribuições requer um conhecimento aprofundado do enquadramento legal e institucional aplicável, bem como das estruturas e instrumentos de planeamento e resposta existentes a nível municipal. Este pequeno módulo de formação, dirigida especificamente a Presidentes de Câmara Municipal, tem como finalidade reforçar as suas competências enquanto Autoridades Municipais de Proteção Civil, promovendo uma compreensão integrada das suas responsabilidades legais, das dinâmicas de coordenação interinstitucional e das boas práticas de liderança e comunicação em contexto de emergência.
Módulo X - O Presidente da Câmara Municipal como Autoridade Municipal de Proteção Civil
Os Presidentes de Junta de Freguesia são, por força da lei, agentes de proteção civil, com responsabilidades diretas na prevenção, preparação, resposta e recuperação face a acidentes graves e catástrofes. Este módulo visa reforçar a consciência do papel legal e operacional das Juntas de Freguesia no Sistema Nacional de Proteção Civil, promovendo a articulação com os Serviços Municipais de Proteção Civil (SMPC) e demais entidades do Sistema Integrado de Operações de Proteção e Socorro (SIOPS).
Módulo XI - O Presidente de Junta de Freguesia como Agente de Proteção Civil (3ª Edição)
O formando deverá adquirir e consolidar um conjunto de competências, designadamente nos seguintes temas: - Compreender como a especialização inteligente contribui para o aumento do potencial de inovação dos países e das regiões - Compreender o valor acrescentado da elaboração de políticas baseadas em dados concretos, com base na combinação única de métodos quantitativos (análise estatística) e qualitativos (inquéritos, consultas públicas, entrevistas) adaptados à conceção de políticas de inovação - Compreender como desenvolver a capacidade institucional para a especialização inteligente - Mapeamento do potencial económico, inovador, científico e tecnológico dos territórios através de uma análise quantitativa/qualitativa - Compreender o efeito das partes interessadas na abordagem da especialização inteligente - Dominar a importância da capacidade institucional e da Estratégia de Especialização Inteligente
Curso de Gestão da Inovação e Especialização Inteligente (1ª Edição 2026)
O formando deverá adquirir e consolidar um conjunto de competências, designadamente nos seguintes temas: Importância da Agenda Territorial da UE para 2030, ao nível das abordagens territoriais na conceção e execução das políticas; A prospetiva territorial ao nível do planeamento estratégico e participado, e ao nível apoio à tomada de decisão e modelos de avaliação; Conceitos, técnicas/métodos de Prospetiva Territorial; As estratégias integradas de desenvolvimento territorial e local promovidas pela política de coesão da UE enquanto instrumentos relevantes para apoiar este processo; Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, da Research and Innovation Policy e da ERA - European Research Agenda.
Curso de Especialização em Planeamento Estratégico Territorial e Prospetiva (2ª Edição 2026)
O Decreto-Lei n.º 114/2019, de 20 de agosto, prevê, no n.º 1 do artigo 7.º, que a integração na carreira especial de fiscalização seja condicionada à aprovação em curso de formação específico, a ministrar pelo organismo central de formação para a administração local.A Fundação para os Estudos e Formação nas Autarquias Locais (FEFAL) é o organismo central de formação para a administração local, no âmbito da competência delegada pela Direção-Geral das Autarquias Locais (DGAL), nos termos do Contrato n.º 12/2019, celebrado entre a DGAL e a FEFAL, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 7, de 10 de janeiro de 2019.
16º Curso para Integração na Carreira Especial de Fiscalização
A Fundação para os Estudos e Formação nas Autarquias Locais (FEFAL) é o organismo central de formação para a administração local, no âmbito da competência delegada pela Direção-Geral das Autarquias Locais (DGAL), nos termos do Contrato n.º 12/2019, celebrado entre a DGAL e a FEFAL, publicado no Diário da República, 2.ª série, n.º 7, de 10 de janeiro de 2019.
46º Curso de Formação para Polícia Municipal
No contexto atual, com o rápido avanço da IA generativa e de modelos de uso geral (como o GPT), a UE adota uma abordagem baseada em risco para regular sistemas de IA, independentemente de onde são desenvolvidos ou implantados, desde que afetem o mercado único europeu. A lei aplica-se a desenvolvedores, prestadores de serviços e outros atores na cadeia de valor da IA, com obrigações que variam conforme o nível de risco. O curso aborda o essencial para navegar no ecossistema regulatório, evitando multas que podem chegar a 35 milhões de euros ou 7% do faturação global anual.
IA ACT - Regulação Europeia - o que é necessário saber
Tendo em consideração que, no âmbito de uma aquisição de bens, é fundamental que a Entidade Adjudicante pugne pelo cumprimento dos prazos de entrega dos bens e, bem assim, pugne pela sua entrega de acordo com as exigências ínsitas no Caderno de Encargos, afigura-se necessário munir os agentes com conhecimentos técnico-jurídicos para uma condução de um contrato eficaz e garantístico do interesse público que lhe subjaz.
CCP - A execução do contrato de Aquisição de Bens (1ª Edição 2026)
Tendo em consideração que as prestações contratuais associadas a uma empreitada de obras públicas estão envoltas em grande complexidade técnica, é fundamental, por um lado, preparar e tramitar todo o procedimento pré-contratual de acordo com as regras do CCP para potenciar a melhor execução do contrato e, por outro lado, afigura-se necessário munir os agentes com conhecimentos técnico-jurídicos para uma condução de um contrato eficaz e garantístico do interesse público que lhe subjaz.
CCP - O procedimento pré-contratual e a execução do contrato de Empreitada (1ª Edição 2026)
Tendo em consideração que, no âmbito de uma aquisição de bens, é fundamental que a Entidade Adjudicante pugne pelo cumprimento dos prazos de entrega dos bens e, bem assim, pugne pela sua entrega de acordo com as exigências ínsitas no Caderno de Encargos, afigura-se necessário munir os agentes com conhecimentos técnico-jurídicos para a elaboração das peças do procedimento que condigam com a necessidade pública em questão e, também, se afigura necessário munir os agentes com instrumentos que permitam uma condução de um contrato eficaz e garantístico do interesse público que lhe subjaz.
CCP - O procedimento pré-contratual e a execução do contrato de Aquisição de bens (1ª Edição 2026)
A Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) foram estabelecidos a nível global para ajudar a criar um planeta mais sustentável e uma sociedade livre, próspera e pacífica, e introduzir esses objetivos no nível local é imprescindível para o desenvolvimento dos territórios.
Sustentabilidade e Desenvolvimento Urbano (alinhamento com os ODS)
Com este curso, pretende-se dotar os participantes dos conhecimentos indispensáveis ao bom desempenho no âmbito do Protocolo.
Protocolo Institucional
Objetivos Gerais: Conhecer as boas práticas em planeamento estratégico. Objetivos Específicos: Compreender os desafios da gestão estratégica na administração pública; Conhecer os principais modelos de gestão estratégica; Aplicar corretamente à mediação do desempenho a área pública.
Ferramentas de Gestão estratégica na Administração Pública
A qualidade do atendimento e acolhimento a turistas e visitantes é condição crucial para a qualidade da experiência turística, revertendo posteriormente em benefícios para o território, designadamente, através da fidelização de turistas (visitas repetidas), promoção e visibilidade externa do território.
Atendimento e Acolhimento a Turistas Visitantes (1ª Edição 2026)






